A venda de gel antisséptico para limpeza de mãos disparou no País. O interesse pelo produto ganhou força com a recomendação do Ministério da Saúde de que lavar as mãos frequentemente é uma das atitudes que ajudam a evitar o contágio pelo vírus da gripe suína. Fabricantes informam crescimento de até 300% na produção do antisséptico e alguns revendedores já encontram dificuldade em repor o estoque do produto.O ramo de gel antisséptico começou a passos lentos no Brasil. Enquanto nos Estados Unidos e na Europa o produto se tornou mania entre os consumidores, os brasileiros tiveram certa resistência em substituir a água e o sabonete para a limpeza das mãos. O que parecia ser um negócio destinado a um mercado incipiente, entretanto, ganhou fôlego desde o início de abril, quando foi noticiado o surto de gripe suína no México. A busca por alternativas de prevenção à doença levou muitos consumidores a procurar produtos de higienização no mercado. O infectologista e professor da Unesp Carlos Magno explica que o gel é um produto eficaz para evitar o contágio pelo vírus. “O antisséptico, de fato, inativa o vírus. Ele pode ser uma alternativa à lavagem das mãos.” Contudo, o professor esclarece que o uso do gel não imuniza as pessoas de contrair a doença. “É apenas uma precaução. Além do uso do produto, deve-se prestar atenção aos sintomas da gripe e evitar contato direto com indivíduos infectados”, completa.

Fonte: O Estado de São Paulo

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