6 livros que Mark Zuckerberg acredita que todos deveriam ler

6 livros que Mark Zuckerberg acredita que todos deveriam ler

Mark Zuckerberg tem uma missão: conectar pessoas ao redor do mundo e manter essa interatividade. É por esse e outros motivos que começou, em janeiro de 2015 via Facebook, um clube do livro chamado A Year of Books (Um Ano de Livros, em tradução livre).

A página, criada com o intuito de promover a leitura de diferentes obras a cada duas semanas e realizar discussões a respeito, contém diversos livros, que enfatizam o aprendizado de novas culturas, crenças, histórias e tecnologias, e que fazem parte da estante do empresário.

O Business Insider levantou uma lista com os livros mais recomendados por Zuckerberg em seu clube do livro, dos quais o InfoMoney selecionou seis:

1 – “Sapiens – Uma Breve História Da Humanidade”, de Yaval Noah Harari

Disponível em português, o livro de Yaval Noah Harari foi publicado em 2014 e é um best-seller conhecido internacionalmente. O autor traça a evolução do Homo Sapiens, desde o surgimento da espécie, durante a pré-história até o presente, relacionando com questões atuais e trazendo questionamentos à tona. Além disso, o autor apresenta diversas interpretações existentes a partir de diferentes pontos de vista, mostrando a trajetória de ideias ao longo dos tempos.

2 – “The Better Angels Of Our Nature” (Os Melhores Anjos da Nossa Natureza, em tradução livre) de Steven Pinker

Zuckerberg admite que esse livro de 800 páginas escrito por um psicólogo de Harvard pode parecer intimidador, mas afirma que a leitura não é difícil como parece. Segundo o empresário, o estudo de Pinker pode proporcionar uma mudança de perspectivas, pois mostra que apesar de a violência ter diminuído ao longo do tempo, o noticiário sensacionalista e as mídias sociais continuam enfatizando o contrário. Outro fã desta obra é o homem mais rico do mundo, Bill Gates, que considera o livro de Steven Pinker um dos melhores que já leu.

3 – “The End Of Power” (O Fim do Poder, em tradução livre), de Moisés Naím

Escrito pelo ex-diretor executivo do Banco Mundial e membro sênior do Carnegie Endowment for International Peace, Moisés Naím, “The End of Power” foi o primeiro livro utilizado por Zuckerberg em seu clube do livro.

A obra faz uma investigação histórica sobre as mudanças de poder de governos autoritários, militares, de grandes empresas e até entre indivíduos. “A ideia de dar mais poder às pessoas é algo que acredito piamente”, escreve Zuckerberg.

4 – “Gang Leader for a Day” (Líder de Gangue por um Dia, em tradução livre), de Sudhir Venkatesh

Venkatesh é professor de sociologia da Universidade de Columbia, que em 1990, durante um experimento sociológico, participou de uma gangue em Chicago. De acordo com Zuckerberg, o livro é inspiração para que haja comunicação e entendimento entre economias e culturas diferentes. “Quanto mais temos voz para compartilhar nossas perspectivas, mais empatia temos uns pelos outros e mais respeitamos os direitos do próximo”, escreve Zuckerberg.

5 – “Orwell’s Revenge” (A Revange de Orwell, em tradução livre), de Peter Huber

Huber, pesquisador do Manhattan Institute for Policy Research, escreveu esta obra não-oficial como resposta à obra “1984” de George Orwell. O romance, que cria um mundo no qual os cidadãos usem a tecnologia, que um dia os aprisionou, para se libertarem, foi publicado em 1994, período em que a internet e suas tecnologias estavam criando novos métodos para o aprimoramento da comunicação. “Depois de ver como a História se comportou, a ficção de Huber descreve como as tecnologias, como a internet, podem beneficiar as pessoas e mudar a sociedade para o melhor”, escreve Zuckerberg.

6 – “Rational Ritual” (Ritual Racional, em tradução livre), de Michael Suk-Young Chwe

Zuckerberg acredita que esse livro escrito pelo economista da Universidade da Califórnia, Michael Suk-Young Chwe pode ensinar seus leitores a fazer melhor uso das mídias sociais. A ideia do autor é desvendar a psicologia por trás de cada interação social, e analisar como as pessoas se comportam em ambientes públicos, utilizando dessas comunidades e rituais para criarem suas próprias identidades.

“O livro trata do conceito de ‘conhecimento comum’ e sobre como as pessoas interpretam o mundo, não somente com base em percepções próprias, mas também, do que sabemos que outras pessoas sabem, e como compartilhamos essas informações”, escreve Zuckerberg.

Fonte: Infomoney

Zuckerber

Nenhum Comentário »

No comments yet.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URL

Leave a comment