Você sabe administrar sua raiva? Faça o teste!

Você sabe administrar sua raiva? Faça o teste!

Este teste revela em que pé está sua capacidade de administrar seus sentimentos de ira. Para que o resultado seja fidedigno use de máxima sinceridade e responda às perguntas levando em conta como você realmente é, e não como você pensa que deveria ser.

Responda:

  • S = SIM
  • N = NÃO
  • AV = ÀS VEZES
  1. Controlo facilmente minha raiva.
  2. Irrito-me frequentemente com as pessoas de minha intimidade, ou que me são próximas.
  3. Quando enfrento uma situação irritante ou de conflito, imediatamente procuro me acalmar, e me concentro em adotar ações práticas e úteis.
  4. Quando estou com raiva tendo a gritar, praguejar e dizer coisas das quais me arre-pendo mais tarde.
  5. Depois de passada a raiva, procuro entender e perguntar o que aprendi de novo com toda essa situação.
  6. Se eu sei que determinada situação irá deixar-me enraivecido, de antemão eu a evito.
  7. Quando estou irado, eu dou um tempo para esfriar a cabeça (dou uma caminhada, tento ouvir música, me desligo do ambiente etc.)
  8. Quando algo me deixa irado eu tento não demonstrá-lo, e faço de conta que não me afetou.
  9. Às vezes tenho problemas no meu trabalho por causa do meu temperamento.
  10. Eu consigo gerenciar situações conflitantes, sem me irritar, nem perder o controle emocional.
  11. Algumas vezes fico irritado ou mal-humorado sem saber o real motivo.
  12. Quando alguém é mal-educado comigo respondo na mesma moeda.
  13. Quando extravaso a raiva, mais tarde penso no que eu deveria ter feito para controlá-la.
  14. Tenho facilidade em perdoar pessoas que me machucaram ou prejudicaram.
  15. Sou do tipo “pavio curto”. Irrito-me com facilidade.
  16. Quase sempre consigo conter-me e ocultar minha raiva, mas, quando chego no meu limite, eu explodo (aí, então, não tem quem me segure).
  17. Quando uma pessoa me deixa enraivecido procuro entender os motivos pelos quais ela fez ou se comportou daquele jeito.
  18. Quando estou irritado sempre evito dar respostas precipitadas.
  19. Pratico atividades, rotinas ou hobbies que ajudam a eliminar o sentimento de raiva.
  20. Quando estou muito irritado eu reservo um tempo para encontrar alternativas e resolver o problema.

Faça sua contagem de pontos

  • Marque um ponto para cada resposta SIM dada às seguintes perguntas: 1, 3, 5, 6, 7, 8, 10, 13, 14, 17, 18, 19, 20.
  • Marque um ponto para cada resposta NÃO dada às seguintes afirmações: 2, 4, 9, 11, 12, 15, 16
  • Marque meio ponto para cada resposta ÀS VEZES.
  • Em seguida, some seus pontos.

Sua avaliação

De 17 a 20 pontos

Parabéns. Você sabe o que te faz enraivecer e sabe como agir quando percebe sinais de confusão ou encrenca. Você tem ótimas estratégias para gerenciar a raiva e sabe como utilizá-las no momento certo.

De 13 a 16,5 pontos

Você consegue gerenciar a raiva em certos momentos e situações, mas perde o controle em outras ocasiões. Sabe utilizar algumas estratégias que funcionam adequadamente para você, entretanto, terá maiores benefícios se procurar entender o que causa sua raiva e que ações adotar para melhor administrá-la.

Abaixo de 13 pontos

Ao que tudo indica você tem temperamento briguento e é do tipo “não levo desaforo prá casa”, o que, provavelmente já lhe causou vários proble-mas, como perda de amizades, relacionamentos prejudicados e conflitos que trou-xeram consequências desagradáveis. Não desanime, pois você pode aprender a redirecionar suas respostas comportamentais e gerenciar a raiva adotando as estratégias adequadas.

Oito dicas fundamentais para gerenciar a raiva

Por ser uma emoção natural do ser humano é impossível eliminar a raiva totalmente. O objetivo do gerenciamento da raiva é controlar e direcionar o sentimento de ira para que ela não domine o indivíduo e não acarrete, também, danos nos relacionamentos interpessoais e nas circunstâncias envolvidas.

1. Pergunte-se

Uma das formas mais eficazes de administrar a raiva é identificar as causas do enraivecimento. Pergunte-se: “O que me tira do sério e me faz enraivecer? Como eu demonstro minha raiva? Eu conto até dez, grito, jogo coisas no chão, bato portas, soco as paredes, ofendo alguém, amaldiçoo?” Outras perguntas que podem ajudar a entender-se: “Mantenho tudo dentro de mim deixando que o problema me devore por dentro? Me controlo até onde posso, e depois explodo? Descarrego em alguém inocente? Uma vez que você entenda o que o faz enraivecer, você pode desenvolver estratégias para lidar melhor com a situação.

2. Reduza as possibilidades de raiva

Embora seja impossível eliminar a raiva por inteiro, você pode reduzir a frequência dela. Quanto menos você irritar-se maior será o controle sobre suas emoções que são causadas, principalmente, pelo estresse e pelas frustrações. Assim, evite ambientes e situações que – você sabe de antemão – irão irritá-lo. Se determinados lugares, conversas, atividades ou circunstâncias irritam você, evite contato ou proximidade com isso sempre que puder.

Por força do seu trabalho ou da convivência familiar, nem sempre será possível afastar-se das coisas que poderão irritá-lo, mas se você souber identificar as ocorrências que te levam a isso, será meio caminho andando para a solução, pois poderá aparelhar-se das estratégias psicológicas e comportamentais adequadas para enfrentá-las.

3. Aceite o fato de que você não pode controlar o mundo

Pessoas iradas permitem que coisas insignificantes as irritem. Qualquer coisa que lhes contradiga, fazem-nas estourar.

4. Aceite o fato de que nem sempre você tem razão

Pessoas iradas frequentemente sentem-se injustiçadas como se o mundo as perseguisse, dizendo: “Eles não podem fazer isso comigo”. O fato é que muitas vezes eles fazem – tenham ou não razão -, e é preciso maturidade e bom senso para saber lidar com isso.

5. Aceite o fato de que experiências negativas são inevitáveis

Experiências negativas, estresse e desacordos fazem parte da vida. Quando a pessoa aceita essa realidade, poderá também preparar-se para ela. Você é responsável pelo ambiente que cria ao seu redor.

6. Evite o uso de linguagem negativa e atitudes radicais num confronto

Palavras ou frases como, “Nunca”, “Impossível”, É proibido”, “Jamais”, “Você está errado”, “Discordo”, “Você está me perseguindo”, “Assim não tem jeito”, são termos de reprovação, censura, raiva . Substitua expressões negativas pelas positivas, enfocando o que pode ser feito, quais as opções, e procure abrandar seu comportamento utilizando palavras conciliatórias.

7. Pergunte-se: “Numa escala de zero a 10 qual a importância disso?”

Grande parte dos conflitos, más notícias ou discórdias não compensa o desgaste e a tensão que o confronto provoca. Frequentemente as pessoas se envolvem em discussões intermináveis por terem temperamento implicante e não querer “levar desaforo pra casa”. Quem procura encontra as saídas, desde que a cabeça esteja no devido lugar.

8. Canalize a raiva

Você pode reduzir significativamente os ataques de raiva direcionando seus esforços e atenções para algo construtivo que elimine ou, pelo menos reduza, de maneira expressiva as emoções negativas.
Você pode fazer muitas coisas para canalizar e liberar a raiva, como:

  • Fazer uma caminhada, correr, andar de bicicleta, fazer exercícios físicos, nadar.
  • Fazer, lentamente, 15 ou 20 respirações profundas.
  • Meditar ou praticar técnicas de relaxamento.
  • Sorrir. É muito difícil enraivecer-se quando você tem um sorriso nos lábios.
  • Perdoar e esquecer. Essas duas atitudes são as mais difíceis de executar. Mas, acredite-me – falo de experiência própria -, quando você de fato (mas, de fato, mesmo) perdoa alguém e coloca um ponto final na discórdia, é como se o peso de uma tonelada saísse de suas costas, e você fica com uma sensação de leveza e bem estar impossíveis de descrever.
  • Se você for uma pessoa religiosa tem outro respaldo muito potente que é a fé em Deus. Grande número de pesquisas feitas em centros médicos e de psicologia, comprovou que pessoas dotadas de uma filosofia de vida e de fortes crenças espirituais são, em média, bem menos vulneráveis à raiva e ao estresse do que indivíduos que não as têm.

Fonte: rhportal

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