A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou quais são as dez prioridades da saúde para 2019, que inclui, por exemplo, controle de doenças crônicas não transmissíveis; combate à pandemia de gripe; assistência em regiões de fragilidade e vulnerabilidade; e maior cobertura vacinal.

Melhoria da atenção primária também é um ponto de grande atenção pela OMS este ano. Primeira frente de atendimento, compreende-se que seus serviços devem fornecer cuidados integrados à comunidade – sobretudo visando cobertura universal da saúde. Para melhorar esse cenário globalmente, a Organização estará junto aos governos e instituições de saúde para assumir os compromissos especificados na Declaração de Astana, como empoderar pacientes e promoção de políticas para o setor.

Outra prioridade de destaque é a resistência antimicrobiana, que ocorre, principalmente, pelo uso excessivo e inadequado de antibióticos e pela automedicação. Um exemplo apresentado pela OMS é o impacto no tratamento da tuberculose. Doença que mata, anualmente, 1,6 milhão de pessoas em todo o mundo. De acordo com a instituição, em 2017, aproximadamente 600 mil diagnósticos apresentaram resistência à rifampicina, medicamento de primeira linha mais eficaz. O Brasil é responsável por um terço dos diagnósticos de tuberculose nas Américas.

O presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (Anadem), o advogado Raul Canal, especialista em Direito Médico e Odontológico, coloca-se à disposição para comentar a lista de prioridades da saúde da OMS, trazendo um panorama sobre o atual cenário brasileiro diante de todos os desafios e as perspectivas para os próximos anos.

Fonte: Saúde Business

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