Cansaço persistente que se prolonga por mais de duas semanas, alterações da personalidade e baixa concentração. Esses sintomas podem estar associados à fadiga, que não é extamente uma doença, mas quase sempre o sintoma de algo negativo que está por vir.

No âmbito corporativo, por exemplo, o desgaste excessivo é algo muito comum. Profissionais que vão além das oito horas regulamentares, que levam serviço para casa, não dormem nem se alimentam direito estão constantemente na mira desse problema. E não é só isso.

Profissionais que vivem mergulhados em rotinas estressantes, bem como aqueles que precisam, diariamente, apresentar resultados e atingir metas, se tornam alvos fáceis da fadiga que, por sua vez, pode ser o início para problemas de estômago, pressão alta e até de memória.

Engana-se, contudo, quem acha que a fadiga é o mesmo que sonolência. A fadiga representa uma reação normal e importante ao esforço físico, ao estresse emocional ou à falta de sono.

O alvo


Para a clínica médica do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Rossana Maria Russo Funari, pessoas jovens e de meia idade estão entre os principais pacientes diagnosticados com o cansaço excessivo.

“Pelo fato de estarem em uma fase de trabalho em que a rotina profissional é muito desgastante, além de serem muito ativas, essas pessoas tendem a ser as mais afetadas pela fadiga”, afirma a especialista.

Rossana alerta que, em muitos casos, a fadiga pode estar atrelada à depressão, à imunidade reduzida ou às infecções crônicas. Existem ainda as causas orgânicas, como anemia, apineia de sono, entre outras. “No caso da depressão, o tratamento é para combater este problema e não a fadiga”, explica a especialista.

Em muitos casos, a fadiga está relacionada ao aborrecimento, infelicidade, decepção, falta de sono ou trabalho intenso. Por ser uma reclamação comum e muitas vezes ser causada por problemas psicológicos, sua gravidade muitas vezes é deixada de lado.

Atenção


O primeiro passo é identificar a causa da fadiga – de onde ela nasce? A partir daí se inicia o tratamento, específico para cada tipo de paciente diagnosticado.

É importante perceber quais os outros sintomas que acompanham a fadiga, para que tanto as causas físicas como as emocionais possam ser identificadas e tratadas. “O tratamento da fadiga constitui principalmente na busca da causa”, completa Rossana.

 Fonte: administradores.com.br

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